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Mutirão da Sabesp oferece negociação de dívidas e serviços em Presidente Prudente
Mutirão da Sabesp oferece negociação de dívidas e serviços em Presidente Prudente
Atendimento acontece na zona leste da cidade neste sábado (21)
A Sabesp realiza neste sábado (21), das 9h às 14h, um mutirão de atendimento em sua agência localizada na Vila São Jorge, na zona leste de Presidente Prudente (SP).
A ação tem como objetivo ampliar o acesso da população a serviços essenciais e facilitar o atendimento direto aos moradores.
Serviços disponíveis
Durante o mutirão, serão oferecidos:
- negociação de débitos
- atualização cadastral
- orientações sobre a Tarifa Social
- esclarecimento de dúvidas
Descontos na conta de água
A iniciativa também orienta sobre a Tarifa Social, que pode garantir descontos de até 78% na conta.
Atualização do CadÚnico: www.gov.br
Serviço
Data: sábado, 21 de março de 2026
Horário: das 9h às 14h
Local: Agência da Sabesp
Endereço: Rua Dr. José Foz, 1.295
Bairro: Vila São Jorge zona leste de Presidente Prudente (SP)
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Brasil atinge menor taxa de mortalidade infantil em 34 anos, mas desigualdade ainda preocupa
Brasil atinge menor taxa de mortalidade infantil em 34 anos, mas desigualdade ainda preocupa
Dados do Unicef mostram avanço histórico, com queda expressiva nas mortes de crianças, mas alertam para diferenças regionais
O Brasil registrou, em 2024, o menor índice de mortalidade infantil dos últimos 34 anos, segundo dados divulgados pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).
A taxa de mortalidade neonatal que considera os primeiros 28 dias de vida caiu de 25 para 7 mortes a cada mil nascidos vivos. Já entre crianças de até cinco anos, o índice recuou de 63 para 14 por mil.
País supera metas internacionais
Com os resultados, o Brasil já alcançou os objetivos previstos nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) para 2030, que estabelecem limites de:
- até 12 mortes por mil (neonatal)
- até 25 por mil (menores de 5 anos)
O desempenho coloca o país como referência global na redução de mortes evitáveis na infância.
Desigualdade regional ainda é desafio
Apesar dos avanços, o Unicef alerta que a melhora não ocorre de forma homogênea.
Regiões como o Norte do país ainda concentram taxas mais elevadas, especialmente entre populações:
- indígenas
- quilombolas
A dificuldade de acesso a serviços de saúde é apontada como um dos principais fatores.
Principais causas de morte
Entre recém-nascidos, as principais causas são:
- prematuridade
- anomalias congênitas
- complicações no parto
Já entre crianças maiores, ganham peso fatores evitáveis, como:
- doenças infecciosas
- baixa cobertura vacinal
- desnutrição
Importância da prevenção
Especialistas destacam que ações simples têm impacto direto na redução da mortalidade infantil, como:
- realização adequada do pré-natal
- manutenção da vacinação em dia
- incentivo ao aleitamento materno
- acesso à alimentação saudável
Programas como o Bolsa Família, a Estratégia Saúde da Família (ESF) e a alimentação escolar também são citados como fundamentais para os avanços.
Violência afeta adolescentes
O relatório também aponta que, entre adolescentes:
- a violência é a principal causa de morte entre meninos
- doenças e suicídio ganham relevância entre meninas
Cenário global
No mundo, cerca de 4,9 milhões de crianças morreram antes dos cinco anos em 2024, segundo o Unicef.
As mortes se concentram principalmente na:
- África Subsaariana (58%)
- Sul da Ásia (25%)
Próximos desafios
O Unicef defende que, para avançar, é necessário:
- ampliar investimentos em saúde básica
- focar em populações vulneráveis
- melhorar o monitoramento de dados
- fortalecer políticas públicas integradas
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Com vigência do ECA Digital, governo aumenta classificação indicativa de oito redes sociais
A arquitetura jurídica brasileira, em sua contínua busca pela salvaguarda da dignidade da pessoa humana no ambiente virtual, alcançou um novo patamar de rigor normativo com a recente implementação das diretrizes contidas no que a doutrina contemporânea convencionou denominar ECA Digital. Este aparato regulatório, que expande e sofistica as proteções já consagradas pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, fundamentou a decisão do Governo Federal de elevar a classificação indicativa de oito das mais influentes redes sociais operantes no território nacional. Tal medida não se configura como um ato isolado de burocracia estatal, mas sim como uma resposta técnica e deliberada aos crescentes desafios impostos pela economia da atenção, pela exposição precoce a algoritmos de recomendação e pela vulnerabilidade psíquica de indivíduos em fase de desenvolvimento. Ao readequar as faixas etárias permitidas, o Ministério da Justiça e Segurança Pública sinaliza que o acesso a plataformas como Instagram, TikTok e X (outrora Twitter), entre outras, deve ser precedido por um escrutínio mais rigoroso sobre o potencial de dano decorrente do consumo de conteúdos que, embora não explicitamente proibidos, podem induzir comportamentos de risco ou afetar a integridade emocional dos menores.
A fundamentação acadêmica que lastreia esta decisão repousa na neurobiologia do desenvolvimento e na psicologia comportamental, áreas que têm demonstrado, de forma inequívoca, que o sistema de recompensa do cérebro adolescente é particularmente suscetível ao design persuasivo das interfaces digitais. O ECA Digital, ao reconhecer a internet como um espaço de socialização primária, impõe às Big Techs a responsabilidade objetiva sobre a filtragem de conteúdos e a verificação de idade, mecanismos que historicamente têm se mostrado porosos e insuficientes. Com a nova classificação, plataformas que anteriormente eram rotuladas como “livres” ou para maiores de doze anos passam a ostentar advertências de treze, quatorze ou até dezesseis anos, dependendo da incidência de variáveis como a exposição ao discurso de ódio, a pressão estética e a presença de mecanismos de gamificação que emulam jogos de azar. Esta recalibragem ética é um marco no direito digital brasileiro, pois retira a exclusividade da responsabilidade parental sobre o controle do uso e a compartilha, de forma solidária, com os agentes econômicos que lucram com os dados e o engajamento desta audiência juvenil.
No âmbito das relações institucionais, a medida foi precedida por um longo período de consultas públicas e diálogos com o Comitê Gestor da Internet no Brasil e com organizações da sociedade civil que militam na proteção da infância. O impacto informativo desta readequação é vasto, pois obriga as redes sociais a reformularem seus termos de uso e a investirem em inteligência artificial voltada para a detecção de usuários que omitiram sua real idade no ato do cadastro. Empresas como a Meta e a Google encontram-se agora sob o radar de uma fiscalização que promete ser pedagógica em sua origem, mas severamente punitiva em sua continuidade, caso as metas de conformidade não sejam atingidas. A erudição jurídica aplicada ao caso sugere que o Estado brasileiro está adotando uma postura de vanguarda, assemelhando-se a regulamentações europeias como o General Data Protection Regulation, o GDPR, e o Digital Services Act, ao tratar a proteção de dados de crianças não apenas como uma questão de privacidade, mas de segurança pública e saúde mental nacional.
Aprofundando-se na análise técnica das oito plataformas afetadas, observa-se que o aumento da classificação foi motivado por relatórios de inteligência que identificaram a disseminação de desafios perigosos, a facilitação do acesso a ideologias extremistas e a exposição involuntária a conteúdos de natureza sexualmente sugestiva, muitas vezes camuflados sob estéticas aparentemente inofensivas. A classificação indicativa, no Brasil, funciona como um guia orientador para a sociedade e um limite para os prestadores de serviço, e sua atualização para o meio digital reflete a compreensão de que o tempo de tela e a qualidade da interação virtual são determinantes na formação do caráter e da cidadania. É imperativo que os especialistas em tecnologia e os educadores compreendam que este movimento governamental não visa a censura, mas a curadoria de um ambiente mais salubre, onde o desenvolvimento da autonomia digital ocorra de forma gradual e assistida, respeitando as janelas de plasticidade cerebral inerentes à infância e à adolescência.
Além das implicações diretas para as empresas, o novo cenário imposto pelo ECA Digital exige uma literacia digital mais robusta por parte dos educadores e dos operadores do Direito. A jurisprudência brasileira tende a se consolidar no sentido de que a omissão na fiscalização da idade mínima pode acarretar danos morais coletivos e sanções administrativas que podem chegar à suspensão temporária das atividades da plataforma em solo pátrio. O detalhamento realista desta política revela que o governo pretende instituir um sistema de auditoria independente para validar os processos de verificação de idade, evitando que a simples declaração do usuário seja o único anteparo entre a criança e o vasto e complexo mundo das redes sociais. Trata-se de uma sofisticação da tutela estatal que reconhece a internet não como um território sem lei, mas como uma extensão do espaço público onde os direitos fundamentais devem prevalecer sobre a lógica desenfreada do lucro publicitário.
Em conclusão, a elevação da classificação indicativa para estas oito redes sociais representa uma vitória da ética sobre a inércia tecnológica. A HostingPress Agência de Notícias, em sua missão de prover um jornalismo de profundidade e elegância intelectual, continuará a monitorar os desdobramentos desta implementação, analisando as reações do mercado e a efetividade das novas barreiras etárias. Acreditamos que a informação qualificada é o principal antídoto contra os males da desinformação e a melhor ferramenta para o empoderamento das famílias brasileiras neste novo ecossistema digital. Convidamos você, leitor que preza pela erudição e pelo rigor factual, a explorar e apreciar as matérias da HostingPress Agência de Notícias, onde o conteúdo é elaborado com a densidade necessária para informar uma audiência sofisticada e comprometida com o futuro de nossa sociedade.
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Marcelo Henrique de Carvalho, editor-chefe
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Sociedades Americanas de Cardiologia atualizam diretrizes para controle do colesterol
A medicina cardiovascular contemporânea atravessa um momento de profunda sofisticação analítica, culminando na recente e aguardada atualização das diretrizes para o manejo do colesterol, emanada pelas prestigiadas instituições oficiais American Heart Association e American College of Cardiology. Este novo paradigma clínico não se limita a uma mera revisão de parâmetros numéricos, mas consubstancia-se como um tratado científico que reitera a necessidade de uma abordagem personalizada e precocemente agressiva no combate à dislipidemia. A gênese desta atualização repousa sobre a acumulação de evidências robustas colhidas em ensaios clínicos aleatorizados de larga escala, os quais demonstram, de forma inequívoca, que a exposição prolongada a níveis elevados de lipoproteína de baixa densidade, o célebre LDL, atua como um catalisador silencioso para a gênese de placas ateroscleróticas. O entendimento atual das academias americanas postula que a redução dos níveis lipídicos deve ser interpretada sob a égide do conceito “quanto mais baixo, melhor”, especialmente para indivíduos classificados em estratos de risco cardiovascular muito elevado, para os quais as metas de colesterol não-HDL tornaram-se ainda mais estritas e vigilantes.
O cerne das novas orientações reside na introdução de ferramentas preditivas de risco mais refinadas, que transcendem o simples cálculo da idade e pressão arterial para incluir os chamados “potencializadores de risco”. Tais fatores abarcam desde condições inflamatórias crônicas, como a artrite reumatoide, até a história reprodutiva da mulher, como a pré-eclâmpsia, e a presença de marcadores genéticos específicos, a exemplo da lipoproteína(a). Esta visão holística permite ao clínico discernir com maior acuidade quem se beneficiará de uma intervenção farmacológica imediata e quem pode, sob monitoramento estrito, priorizar modificações no estilo de vida. As diretrizes enfatizam que a jornada terapêutica deve ser uma construção dialógica entre médico e paciente, uma decisão compartilhada que sopesa não apenas a probabilidade estatística de um evento isquêmico futuro, mas também as preferências individuais e a tolerabilidade aos tratamentos disponíveis. A farmacologia moderna, agora chancelada por estes novos protocolos, não se restringe apenas às estatinas, que permanecem como a pedra angular do tratamento, mas expande-se para o uso adjunto de ezetimiba e dos inovadores inibidores da PCSK9, anticorpos monoclonais que demonstraram uma eficácia sem precedentes na redução drástica do colesterol em pacientes com hipercolesterolemia familiar ou doença aterosclerótica estabelecida.
Ao expandir o escrutínio sobre o impacto informacional desta atualização, observa-se uma preocupação latente com a prevenção primária, especificamente em adultos jovens e indivíduos de meia-idade. A ciência cardiovascular agora reconhece que o dano arterial é cumulativo; portanto, a manutenção de níveis lipídicos ideais desde as primeiras décadas da vida adulta pode atenuar significativamente a trajetória de morbidade nas fases subsequentes da existência. As Sociedades Americanas de Cardiologia instam os sistemas de saúde a adotarem uma postura proativa, incentivando o rastreamento lipídico universal como uma estratégia de saúde pública de alta eficiência. Além disso, as diretrizes trazem luz à importância da medição do cálcio coronariano por tomografia computadorizada em casos de incerteza clínica, funcionando como um árbitro decisivo para a prescrição ou não de terapia medicamentosa preventiva. Este exame, ao visualizar diretamente o depósito de cálcio nas artérias, oferece uma prova material do risco, motivando a adesão do paciente e refinando a conduta médica de forma cirúrgica.
No que tange à nutrição e aos hábitos de vida, o rigor acadêmico das novas diretrizes afasta-se de modismos dietéticos e reafirma a eficácia de padrões alimentares baseados na dieta mediterrânea e na dieta DASH, caracterizadas pelo alto consumo de fibras, gorduras insaturadas e uma redução drástica de açúcares refinados e gorduras trans. O impacto destas recomendações no cenário global é vasto, uma vez que as diretrizes americanas costumam balizar os consensos de cardiologia em diversos continentes, incluindo a América Latina. No Brasil, a transposição destes conhecimentos exige uma adaptação à realidade epidemiológica local, mas o norte científico permanece inalterado: a luta contra o colesterol é uma maratona de longo prazo que exige vigilância bioquímica constante e uma intervenção oportuna para evitar o desfecho trágico do infarto do miocárdio ou do acidente vascular cerebral. A erudição presente nestes documentos técnicos reflete um compromisso inabalável com a preservação da vida, utilizando a biotecnologia e a estatística como escudos contra a principal causa de mortalidade no mundo contemporâneo.
A profundidade informativo-acadêmica aqui exposta revela que o controle do colesterol deixou de ser uma questão de saúde trivial para tornar-se um campo de batalha de alta tecnologia e precisão biológica. O papel do jornalismo digital, neste contexto, é o de traduzir a complexidade destes avanços com a elegância e o rigor que o tema exige, garantindo que o conhecimento de ponta chegue tanto aos especialistas quanto aos cidadãos que buscam longevidade com qualidade. A atualização das diretrizes é, em última análise, um convite à reflexão sobre como o envelhecimento populacional e os hábitos da modernidade desafiam a fisiologia humana, exigindo respostas cada vez mais sofisticadas e personalizadas da medicina. A vigilância sobre os índices de colesterol, portanto, deve ser compreendida como um investimento no capital biológico individual, salvaguardando a integridade do sistema circulatório contra o desgaste do tempo e das inflamações sistêmicas.
Convidamos você, leitor que preza pela excelência na informação e pela profundidade nas análises científicas, a explorar continuamente o acervo de nossa agência. Na HostingPress Agência de Notícias, dedicamo-nos a transformar fatos complexos em narrativas inteligíveis e fundamentadas, proporcionando uma experiência de leitura que enriquece o intelecto e promove a conscientização sobre os temas mais urgentes da atualidade. Acompanhe nossas atualizações para permanecer na vanguarda do conhecimento técnico e social.
Marcelo Henrique de Carvalho, editor-chefe
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Dr. Bactéria: o cientista que levou a microbiologia para milhões de brasileiros
O microbiologista Roberto Martins Figueiredo, conhecido nacionalmente como Dr. Bactéria, consolidou-se como um dos principais nomes da divulgação científica no Brasil ao transformar o conhecimento técnico da microbiologia em orientações práticas para o dia a dia da população.
Biomédico e especialista em saúde pública, o pesquisador construiu uma trajetória marcada pela integração entre ciência, educação e comunicação, levando informações fundamentais sobre higiene, prevenção de doenças e segurança alimentar a milhões de brasileiros.
Sua projeção nacional ganhou grande destaque por meio de participações em programas de televisão de grande audiência.
Dr. Bactéria tornou-se conhecido do público ao levar orientações científicas de forma didática e acessível em quadros exibidos no Fantástico, da Rede Globo, além de entrevistas e participações em emissoras como a Record TV e outros importantes veículos de comunicação do país.
Ao longo de sua carreira, também participou de programas de entrevistas e entretenimento amplamente reconhecidos pelo público brasileiro, como o Programa do Jô, o Programa do Porchat e o The Noite com Danilo Gentili, onde abordou temas relacionados à microbiologia e à saúde pública de maneira clara e educativa.
No rádio, sua atuação também alcançou grande público, com participações em veículos de alcance nacional, incluindo a Jovem Pan, contribuindo para a disseminação de orientações sobre higiene doméstica, prevenção de contaminações e cuidados com alimentos.
Mais recentemente, sua presença ampliou-se para podcasts e plataformas digitais, participando de programas de grande audiência e levando a divulgação científica para novos formatos e gerações.
Entre as contribuições mais relevantes de sua atuação pública está a popularização de alertas sanitários importantes para a população.
Um dos exemplos mais conhecidos é a orientação de que crianças menores de um ano não devem consumir mel, devido ao risco de botulismo infantil informação que hoje aparece inclusive nos rótulos de diversos produtos derivados das abelhas no Brasil.
Além da atuação científica e midiática, Dr. Bactéria também é cofundador da Editora Autoridade Brasil, ao lado da advogada, jornalista e comunicadora Roberta Malzoni.
A editora surge com a proposta de atuar como uma plataforma educacional e editorial voltada à construção de autoridade intelectual, reunindo especialistas de diferentes áreas para compartilhar conhecimento, experiências e reflexões capazes de contribuir para o debate público e o desenvolvimento da sociedade.
Com foco em comunicação estratégica, produção intelectual e valorização de especialistas, a Autoridade Brasil busca transformar conhecimento em legado e ampliar a presença de profissionais qualificados na circulação de ideias e conteúdos relevantes.
Com décadas de atuação profissional e uma carreira marcada pelo compromisso com a ciência e a educação, Dr. Bactéria segue contribuindo para a construção de uma sociedade mais informada, saudável e consciente.
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O cenário futebolístico internacional testemunha, neste momento, um dos marcos mais significativos da história recente…
Polícia Civil prende cinco suspeitos por receptação nas proximidades do Allianz Parque
Polícia Civil prende cinco suspeitos por receptação nas proximidades do Allianz Parque
Operação ocorreu durante show na região de Perdizes e resultou na apreensão de cartões bancários e maquininhas
A Polícia Civil de São Paulo prendeu cinco homens suspeitos de integrar um esquema de receptação na região de Perdizes, na zona oeste da capital paulista. A ação foi realizada na noite de sexta-feira (13) nas proximidades do Allianz Parque, onde ocorria um show.
Segundo informações da corporação, a operação foi conduzida por agentes da 1ª Delegacia de Polícia de Atendimento ao Turista (Deatur), vinculada ao Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope).
Abordagem após denúncia
De acordo com a polícia, a equipe recebeu denúncia sobre indivíduos que circulavam no entorno do estádio portando diversos cartões bancários e máquinas de pagamento.
Após diligências na região, os agentes identificaram a movimentação suspeita e realizaram a abordagem dos cinco homens, com idades entre 23 e 33 anos.
Durante a ação, foram apreendidos:
- 95 cartões bancários
- três maquininhas de cartão
Segundo a Polícia Civil, os suspeitos confessaram a prática do crime no momento da abordagem.
Antecedentes criminais
Os cinco homens foram conduzidos à delegacia, onde foi constatado que todos possuem antecedentes por crimes patrimoniais, entre outras ocorrências registradas.
Após os procedimentos policiais, os suspeitos permaneceram à disposição da Justiça.
Registro da ocorrência
O caso foi registrado como receptação na 1ª Delegacia de Polícia de Atendimento ao Turista (Deatur), que dará continuidade às investigações.
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Grace Kelly Evangelista concilia graduação em Gestão Desportiva e Lazer com carreira nos ringues A…
Entregadores de aplicativos terão vacinação gratuita em São Paulo a partir de segunda-feira
Entregadores de aplicativos terão vacinação gratuita em São Paulo a partir de segunda-feira
Campanha do Ministério da Saúde em parceria com o iFood acontece entre 16 e 18 de março em três pontos da capital
Entregadores que atuam em aplicativos de delivery poderão atualizar gratuitamente a carteira de vacinação em São Paulo a partir de segunda-feira (16). A ação é resultado de uma parceria entre o Ministério da Saúde e a plataforma iFood, com atividades programadas até quarta-feira (18) em diferentes regiões da capital.
A iniciativa será realizada em três pontos de apoio para entregadores nos bairros Tatuapé, Moema e Itaim Bibi, com expectativa de imunizar cerca de 150 profissionais ao longo dos três dias.
Vacinas disponíveis
Durante a campanha, os entregadores poderão receber diferentes imunizantes oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Entre as vacinas disponíveis estão:
- difteria e tétano (dT)
- hepatite B
- tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola)
- febre amarela
- covid-19 (para grupos prioritários)
- HPV (para pessoas de até 19 anos)
Abertura da campanha
A primeira ação ocorre no Tatuapé, na zona leste da capital, e contará com a presença de representantes do Ministério da Saúde e da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo.
Entre os participantes previstos estão o secretário municipal de Saúde, Luiz Carlos Zamarco, e a coordenadora de Vigilância em Saúde do município, Mariana de Souza Araújo.
O evento também terá a participação do Zé Gotinha, personagem símbolo das campanhas de vacinação no Brasil.
Parceria para ampliar acesso à saúde
A iniciativa integra um acordo de cooperação firmado em agosto de 2025 entre o Ministério da Saúde e a plataforma de entregas.
O objetivo é ampliar o acesso de entregadores a serviços de saúde e ações de prevenção, com campanhas voltadas a trabalhadores do setor em diferentes cidades do país.
SERVIÇO
Vacinação para entregadores de aplicativos São Paulo
16/03 Tatuapé
PDA Tatuapé Rua Azevedo Soares, 701 Vila Gomes Cardim
Das 11h às 17h
Atendimento à imprensa: 11h às 12h
17/03 Moema
PDA Moema Av. dos Carinás, 450 Indianópolis
Das 11h às 17h
18/03 Itaim Bibi
Eatopia Itaim Rua Lourenço Marques, 327
Das 11h às 17h
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Técnico afirma que equipe controlou boa parte do jogo contra o Santos e diz não…
